| Ano: | 1997 | ||||||
| Título: |
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| Palavra Chave: | Biotecnologia | Fungos Basidiomicetos | Enzimas Ligninolíticas | Indutores | Melaço de Cana | Descolorização | |
| Autor: | NEVES, Eliane Brígida das | ||||||
| Orientador: | Lúcia Regina Durrant | ||||||
| Banca
Examinadora: |
Maria Bernadete de Medeiros | Eliana Pereira Chagas | |||||
| Resumo: | No
presente trabalho, o fungo linhagem H2 foi estudado quanto a sua capacidade
em produzir enzimas ligninolíticas e a sua aplicação
na clarificação do melaço de cana. O fungo Phanerochaete
chrysosporium foi utilizado como padrão de comparação.
Na realização dos experimentos, os fungos foram crescidos em meio contendo glicose, com ou sem adição de um substrato indutor como álcool veratrílico ou melaço de cana. Após o cultivo, os caldos foram coletados no sexto, sétimo, oitavo e décimo dias de crescimento para o fungo linhagem H2 e sexto e sétimo dias de crescimento para o fungo P. chrysosporium. Foram determinadas as atividades das enzimas ligninolíticas: lignina-peroxidase, álcool veratrílico-oxidase, manganês-peroxidase, lacase e peroxidase. A clarificação do melaço de cana foi analisada em espectrofotômetro de absorção, numa varredura de 200 a 600 nm e em Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE). Os resultados demonstraram que os fatores seleção de inóculos e oxigenação, não são os únicos a interferirem na produção de enzimas ligninolíticas e que esta diversidade, sugere que cada enzima apresenta mecanismos de ação diferentes. Com a adição de álcool veratrílico ou melaço de cana ao meio, concluiu-se que ambos podem Ter atuado como "indutores", visto que aumentaram as atividades enzimáticas. Constatou-se uma clarificação do melaço de cana e que essa não foi só devido a ação de enzimas ligninolíticas, mas também através da absorção de substâncias coloridas pelo micélio. Os cromatogramas, obtidos por CLAE, das amostras dos fungos, indicaram que houve degradação de componentes do melaço de cana. |
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