| Ano: | 1991 | |
| Título: |
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| Autor: | SANDIM, Hugo Ricardo Zschommler | |
| Orientador: | Daltro Garcia Pinatti | |
| Banca
Examinadora: |
José de Anchieta Rodrigues | Antonio Fernando Sartori |
| Resumo: | A
produção de molibdênio metálico a partir da
redução aluminotérmica do MoO3
seguida da fusão e refino por feixe eletrônico mostrou-se
eficiente. A utilização do MoO3
com baixos teores de silício (grau químico) leva à
produção de lingotes com composição química
adequada e aptos ao forjamento e trefilação para a obtenção
de barras e fios. Neste sentido, estudaram-se os mecanismos de interação
metal-gás dos principais intersticiais fragilizadores do molibdênio
(C, N e O) além do silício, bem como os modelos cinéticos
para a desgaseificação destes elementos.
Os resultados indicam que a difusão até a superfície do metal é o passo determinante da desgaseificação do nitrogênio. Mostram também, que a volatilização de óxidos e subóxidos (MoOx) competem fortemente com a desgaseificação via formação de Co(g) e SiO(g) durante o refino de oxigênio. Carbono é refinado apenas pela formação de Co(g). Os teores contidos na matéria-prima são baixos, de modo que os teores finais estão dentro das especificações. Carbetos de molibdênio estáveis (Mo2C) foram observados por microscopia Auger. A utilização do MoO, grau técnico (~6% SiO2) produz eletrodos heterogêneos quanto ao teor final de silício nos lingotes. Lingotes com teores de silício < 60 ppm-p apresentaram boa forjabilidade, ao passo que teores superiores a 150 ppm-p mostraram efeitos desastrosos. São apresentados também os resultados das etapas de refino quanto à composição química e a performance durante a deformação mecânica dos lingotes produzidos no CEMAR-FTI. |
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