| Ano: | 1991 | |||
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| Palavra Chave: | Ítrio e Terras Raras – Recuperação | Eletroeluição de Resinas Poliméricas | ||
| Autor: | PINTO, Denise Villela Barcza Stockler | |||
| Orientador: | Afonso Henriques Martins | |||
| Banca
Examinadora: |
Achilles Junqueira Bourdot Dutra | Rupen Adamian | Maurício Leonardo Toren | |
| Resumo: | Este
trabalho visa a recuperação de ítrio e terras raras
a partir de xenotima brasileira, através do emprego da técnica
de eletroeluição de resinas catiônicas IR-120P da Rohm&Haas.
O trabalho foi dividido em duas etapas. Na primeira, foi efetuado um estudo preliminar do tipo de resina a ser empregado nos experimentos de eletroeluição (resina catiônica ou aniônica). Além disso, foram levantados dados experimentais sobre o tipo de carregamento metálico da resina, percolação ou centrifugação. Os resultados mostraram que a resina catiônica apresentou o maior nível de carregamento metálico para o ítrio, térbio, érbio e disprósio. O carregamento efetuado através da percolação da solução com ítrio e terras raras apresentou maior taxa de adsorsão metálica do que o sistema de carregamento por centrifugação. Na segunda etapa do trabalho, foi efetuado um estudo da influência de três variáveis consideradas importantes, tais como, densidade de corrente catódica, temperatura do sistema e concentração de HCl no eletrólito, sobre a eletroeluição de resinas catiônicas para a recuperação de ítrio e terras raras. Através da análise estatística adotada, obteve-se as seguintes condições consideradas satisfatórias: 22,5% para a recuperação de ítrio deve-se utilizar 3,26x10-3 A.cm-2, 53°C de temperatura e HCl concentrado (417 g.l-1). Para recuperar-se 49% de érbio, empregam-se as seguintes condições: 3,26x10-3 A.cm-2, 60°C e 417 g.l-1 de HCl. Para 35% de recuperação de térbio tem-se 1,08x10-4 A.cm-2, 52°C e 403 g.l-1 de HCl. Finalmente, para 56% de recuperação de disprósio tem-se 1,08x10-4 A.cm-2, 52°C e 403 g.l-1 de HCl. |
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