| Ano: | 1992 | |||||
| Título: |
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| Palavra Chave: | Revestimento | Siliceto | Oxidação | Nióbio | Lama Fundida | |
| Autor: | SCHNEIDER, Sandra Giacomin | |||||
| Orientador: | Daltro Garcia Pinatti | |||||
| Banca
Examinadora: |
Aloisio Nilmo Lein | Uilame Umbelino Gomes | ||||
| Resumo: | Os
metais refratários, por apresentarem elevado ponto de fusão
e alta resistência mecânica, possuem um potencial para aplicações
em altas temperaturas. Entretanto devido a sua baixa resistência
à oxidação torna-se necessária a utilização
de proteção contra a oxidação em altas temperaturas.
Dentre os metais refratários o nióbio e suas ligas têm alto interesse tecnológico por possuir características tais como, custo baixo e elevado produto de temperatura de fusão, densidade, calor específico, condutividade térmica e temperatura no seio da amostra. Os revestimentos à base de siliceto e alumineto para proteção das ligas de nióbio em altas temperaturas têm sido estudados preferencialmente à adição de elementos de liga com a finalidade de aumentar a resistência a oxidação sem interferir nas propriedades mecânicas. Este trabalho apresenta a obtenção de um revestimento à base de siliceto modificado com cromo e ferro para proteção do nióbio, visando aplicações em temperaturas próximas a 1700°C. Inicialmente é apresentada uma revisão do desenvolvimento das ligas de nióbio e suas aplicações em altas temperaturas. A seguir são relatados os tipos de revestimentos, as técnicas de aplicação, os materiais dos revestimentos e suas propriedades. E partindo dos resultados de trabalhos sobre desenvolvimento de silicetos para proteção do nióbio contra oxidação foi definida a composição para estudo, sendo Si-20%Fe-20%Cr em peso. O processo utilizado para obtenção do revestimento foi a lama fundida e a técnica de aplicação a imersão por apresentarem maiores facilidades técnicas e operacionais e custo relativamente baixo. Para avaliação do desempenho quanto a oxidação foram realizados dois tipos de testes: o teste da tocha e o teste de oxidação cíclica lenta. Os resultados do teste da tocha indicam que para deposições acima de 15 mg/cm2 são alcançados tempos de vida de 1h, enquanto a literatura apresenta tempos de 30 minutos. Os resultados de oxidação cíclica lenta indicam tempos de 25 h e com uma minimização dos defeitos aleatórios esse tempo pode ser estimado em 50 h. |
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